Em nome da luta contra o terrorismo, os EUA querem aceder aos elementos do Arquivo de Identificação
Os Estados Unidos (EUA) querem ter acesso a bases de dados biométricas e biográficas dos portugueses que constam no Arquivo de Identificação Civil e Criminal. O FBI, com a justificação da luta contra o terrorismo, quer também aceder à ainda limitada base de dados de ADN de Portugal. O acordo com o Governo português está feito e só falta ser ratificado na Assembleia da República. No entanto, este mês vai sair um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) que alerta para os problemas que constam no texto do acordo bilateral.
Em Junho de 2009, Janet Napolitano, secretária do Departamento de Segurança Interna norte-americano esteve em Portugal e firmou o acordo com os ministérios da Administração Interna e da Justiça. Em Novembro deste ano, foi pedido à CNPD um parecer. Este, segundo o DN apurou, embora não seja vinculativo, vai alertar a Assembleia da República e a Comissão dos Negócios Estrangeiros para os perigos de violação da privacidade dos portugueses que decorre deste acordo bilateral.
O acordo prevê que o FBI tenha acesso às informações constantes no bilhete de identidade de todos os portugueses. Além disso, quando se tratar de cidadãos condenados, poderão também receber o seu registo criminal e informações do seu ADN caso exista alguma amostra na base de dados que está sediada em Coimbra e que é da responsabilidade do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML).
Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades explicou que o processo está a ser conduzido pela direcção do Serviço de Vistos, e o texto do documento ainda não está disponível porque aguarda parecer da CNPD - "Trata-se de um processo que visa a luta contra o terrorismo e já foram feitos vários acordos entre os EUA e vários países europeus. Alguns através da Comissão Europeia".
Na página do Department of Homeland Security (DHS), a secretária Janet Napolitano levanta um pouco mais o véu sobre o acordo bilateral contra a luta antiterrorista que assinou em Portugal em 2009. "Vamos partilhar impressões digitais e outra informação biométrica para melhor identificar terroristas e criminosos." É ainda referido que já foram assinados acordos semelhantes com Espanha, Alemanha, Itália, Grécia.
Na Comissão Europeia, o processo de acesso dos EUA a dados dos cidadãos europeus arrasta-se. Segundo eurodeputado Carlos Coelho, do PSD, "há um problema ao nível da protecção de dados. Os EUA têm de respeitar as nossas normas. Não há ainda nenhum calendário para a resolução do problema".
"Quando os norte-americanos reparam que há entraves com a negociação na União Europeia contornam o problema fazendo acordos bilaterais com os próprios países. Em troca do acordo, chegam a prometer a agilização na entrada dos naturais desses países através do programa Visa Waiver. Isto já aconteceu no passado não é novo", explica o eurodeputado.
O FBI quer também ter acesso à Base de Dados de Perfis de ADN sediada em Coimbra. Problemas de comunicação não deverão existir, já que, segundo confirmou ao DN Duarte Nuno Vieira, presidente do INML, "o sistema informático CODIS foi oferecido e montado em Portugal em 2009 pelo Federal Bureau of Investigation (FBI)". Por enquanto, o sistema está numa fase inicial e alberga menos de 100 registos de ADN, que podem ser consultados pela Polícia Judiciária.
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o acordo bilateral "encontra-se em processo de ratificação na Assembleia da República". O Parlamento deverá aprová-lo - ou chumbá-lo - este ano, mas a oposição, já no ano passado, pediu explicações. "Fizemos perguntas sobre o protocolo, mas a resposta foi vaga. Não tivemos mais nenhuma informação acerca desse tema", explicou ao DN o deputado Fernando Negrão, do PSD.
Em Novembro, durante a Cimeira da NATO em Lisboa, o acordo voltou a ser abordado numa reunião entre Janet Napolitano e Rui Pereira. O ministro da Administração Interna manifestou a "vontade firme de tornar a cooperação entre os dois países mais firme e profícua no futuro".
Fonte:indymedia
Outra tentativa de nor tornar um rebanho, a desobediência é urgente e é a única forma de combater este controlo governamental.
ANTIFA!!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Sem Comentários....
O salário mínimo passará a ser de 485 euros a 1 de Janeiro. O Governo garante novas subidas ao longo de 2011 até aos 500 euros.
O número foi avançado aos jornalistas por Carlos Pintos Coelho, presidente da Confederação do Turismo de Portugal, após a reunião da concertação social.
O responsável avançou que o salário mínimo sofrerá uma actualização de 10 euros já em Janeiro, passando dos actuais 475 para 485 euros.
Outra fonte adiantou ao Económico que durante 2011 haverão duas avaliações sobre este dossier, tendo o Governo garantido que o salário mínimo nacional chegará aos 500 euros no próximo ano.
Fonte: http://economico.sapo.pt/
O número foi avançado aos jornalistas por Carlos Pintos Coelho, presidente da Confederação do Turismo de Portugal, após a reunião da concertação social.
O responsável avançou que o salário mínimo sofrerá uma actualização de 10 euros já em Janeiro, passando dos actuais 475 para 485 euros.
Outra fonte adiantou ao Económico que durante 2011 haverão duas avaliações sobre este dossier, tendo o Governo garantido que o salário mínimo nacional chegará aos 500 euros no próximo ano.
Fonte: http://economico.sapo.pt/
CIRCO ALTERNATIVO - participação gratuita sem sofrimento anima
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Momento Lúdico Do Dia
Pois bem, quem estiver aborrecido...
http://anti-ateismo.blogspot.com/
Eu desisti de ler, ao fim de uns posts porque acho que estava ficar burro...
Tirem as vossas conclusões.
ANTIFA!
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Eu desisti de ler, ao fim de uns posts porque acho que estava ficar burro...
Tirem as vossas conclusões.
ANTIFA!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Banco do Vaticano a contas com lavagem de dinheiro
O Banco do Vaticano está sob a alçada de novas investigações da justiça italiana desta feita devido a alegados casos de lavagem de dinheiro envolvendo sacerdotes como testas de ferro de barões da Máfia.
Em Setembro passado, a polícia italiana apreendeu activos do Instituto para as Obras Religiosas (o Banco do Vaticano) no valor de 23 milhões de euros. O Vaticano qualificou a iniciativa como um “mal-entendido”, manifestando o desejo de que o caso se esclareça rapidamente.
Segundo documentos em poder dos tribunais, procuradores italianos afirmam que o Banco do Vaticano “desrespeitou deliberadamente” as leis anti-lavagem de dinheiro “com o objectivo de esconder a propriedade, o destino e a origem do capital”. Estes documentos revelam as suspeitas de que sacerdotes tenham actuado como testas de ferro de barões corruptos da Máfia.
Uma das operações em causa ocorreu em Outubro último, quando o Banco do Vaticano retirou 650 mil euros de um banco italiano mas ignorou os pedidos deste para revelar quem ordenou o levantamento.
Em 21 de Setembro, a polícia apreendeu activos da conta do Banco do Vaticano da agência de Roma do Credito Artigiano. Investigadores informaram que o Banco do Vaticano não cumpriu a lei italiana de informar a origem e destino dos fundos.
A maior parte do dinheiro envolvido nestas operações, cerca de 20 milhões de euros, foi enviado para o JP Morgan, em Frankfurt; o resto seguiu para a Banca del Fucino.
Procuradores alegam que o Banco do Vaticano ignorou os regulamentos que impõem aos bancos estrangeiros informarem as autoridades financeiras italianas sobre as origens do dinheiro. Estas consideram o Banco do Vaticano como uma instituição estrangeira operando em Itália. Ambos os bancos se recusaram a comentar o assunto.
Num outro caso em investigação, a Polícia Financeira da Sicília afirmou que em Outubro último descobriu uma operação de lavagem de dinheiro envolvendo a utilização de uma conta do Banco do Vaticano por um padre de Roma cujo tio foi condenado por associação mafiosa.
As autoridades dizem que uma quantia de 250 mil euros obtida ilegalmente do Governo Regional da Sicília para uma empresa de aquacultura foi mandada ao padre pelo pai como uma “esmola” e retornou à Sicília por uma conta do Banco do Vaticano através de numerosos operações de home banking, mais difíceis de detectar.
O actual director do Banco do Vaticano é Ettore Gotti Tedeschi, também director das operações italianas do Banco de Santander. O seu número dois é Paolo Cipriani. Ambos estão sob investigação por alegadas violações de leis sobre lavagem de dinheiro.
Foram ouvidos pelas autoridades em 30 de Setembro mas não foram formuladas acusações contra eles. De acordo com documentos dos procuradores citados pela agência Associated Press, Tedeschi remeteu a maior parte das respostas para o seu número dois; Paolo Cipriani, por seu turno, informou que quando a Santa Sé faz transferências de dinheiro sem identificar a origem se trata de dinheiro do próprio Vaticano e não de clientes.
Fonte:http://beinternacional.eu/
A MÁFIA DO VATICANO!!!
Em Setembro passado, a polícia italiana apreendeu activos do Instituto para as Obras Religiosas (o Banco do Vaticano) no valor de 23 milhões de euros. O Vaticano qualificou a iniciativa como um “mal-entendido”, manifestando o desejo de que o caso se esclareça rapidamente.
Segundo documentos em poder dos tribunais, procuradores italianos afirmam que o Banco do Vaticano “desrespeitou deliberadamente” as leis anti-lavagem de dinheiro “com o objectivo de esconder a propriedade, o destino e a origem do capital”. Estes documentos revelam as suspeitas de que sacerdotes tenham actuado como testas de ferro de barões corruptos da Máfia.
Uma das operações em causa ocorreu em Outubro último, quando o Banco do Vaticano retirou 650 mil euros de um banco italiano mas ignorou os pedidos deste para revelar quem ordenou o levantamento.
Em 21 de Setembro, a polícia apreendeu activos da conta do Banco do Vaticano da agência de Roma do Credito Artigiano. Investigadores informaram que o Banco do Vaticano não cumpriu a lei italiana de informar a origem e destino dos fundos.
A maior parte do dinheiro envolvido nestas operações, cerca de 20 milhões de euros, foi enviado para o JP Morgan, em Frankfurt; o resto seguiu para a Banca del Fucino.
Procuradores alegam que o Banco do Vaticano ignorou os regulamentos que impõem aos bancos estrangeiros informarem as autoridades financeiras italianas sobre as origens do dinheiro. Estas consideram o Banco do Vaticano como uma instituição estrangeira operando em Itália. Ambos os bancos se recusaram a comentar o assunto.
Num outro caso em investigação, a Polícia Financeira da Sicília afirmou que em Outubro último descobriu uma operação de lavagem de dinheiro envolvendo a utilização de uma conta do Banco do Vaticano por um padre de Roma cujo tio foi condenado por associação mafiosa.
As autoridades dizem que uma quantia de 250 mil euros obtida ilegalmente do Governo Regional da Sicília para uma empresa de aquacultura foi mandada ao padre pelo pai como uma “esmola” e retornou à Sicília por uma conta do Banco do Vaticano através de numerosos operações de home banking, mais difíceis de detectar.
O actual director do Banco do Vaticano é Ettore Gotti Tedeschi, também director das operações italianas do Banco de Santander. O seu número dois é Paolo Cipriani. Ambos estão sob investigação por alegadas violações de leis sobre lavagem de dinheiro.
Foram ouvidos pelas autoridades em 30 de Setembro mas não foram formuladas acusações contra eles. De acordo com documentos dos procuradores citados pela agência Associated Press, Tedeschi remeteu a maior parte das respostas para o seu número dois; Paolo Cipriani, por seu turno, informou que quando a Santa Sé faz transferências de dinheiro sem identificar a origem se trata de dinheiro do próprio Vaticano e não de clientes.
Fonte:http://beinternacional.eu/
A MÁFIA DO VATICANO!!!
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