quarta-feira, 2 de março de 2011
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Menos meio milhão de fiéis em 24 anos
São esta notícias que me fazem sorrir.
Quanto menos cordeiros melhor.
Um mundo sem religiões, seguramente um mundo melhor.
fonte: diário de notícias http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1658161
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Espanha prepara-se para banir crucifixos em público
Funerais de Estado religiosos vão também deixar de existir. Ainda assim, nova lei não refere separação total entre Estado e Igreja
O Governo espanhol está a preparar uma reformulação da Lei da Liberdade Religiosa que, se for aprovada, vai proibir a exibição de crucifixos em edifícios públicos.
De acordo com informações avançadas pelo jornal espanhol El País, a nova lei prevê a proibição de símbolos religiosos em todas as instituições públicas, salvo se os objectos em questão tiverem "valor histórico-artístico, arquitectónico ou cultural protegido pela legislação".
Apesar de "laicidade do Estado" ser o título de um dos artigos que deverão chegar ao Parlamento ainda antes do final do ano, o Estado espanhol não vai perder o seu carácter confessional. Fala-se apenas em "neutralidade dos poderes públicos perante a religião" e na necessidade de evitar "confusão entre funções estatais e actividades religiosas".
Caso o documento seja aprovado, também os funerais de Estado, que são geralmente realizados segundo o rito católico, vão deixar de estar associados a qualquer tipo de cerimonial religioso. Assim, todos estes funerais serão civis, a não ser que as famílias dos falecidos dêem indicações em contrário.
Pretende-se ainda que o documento, constituído por 37 artigos, sirva para que seja dada mais atenção ao crescimento de outras religiões, um fenómeno que se deve principalmente à imigração.
As autoridades deverão não só participar em cerimónias da Igreja católica, como aceitar convites de outras religiões, como já acontece, por exemplo, em Ceuta. Naquela cidade espanhola no Norte de África, onde metade da população é muçulmana, os representantes regionais do Governo participam todos os anos numa cerimónia que encerra o Ramadão.
Mas num país onde 94% dos cidadãos são católicos, nem todos vêem as alterações previstas com bons olhos. A primeira reacção veio da oposição. O Partido Popular (PP) opõe-se à aprovação da lei por considerar que este não é o momento oportuno para fazer este tipo de alterações. O deputado conservador Santiago Cervera sublinhou no Parlamento que "a lei não intervirá em aspectos substanciais, mas sim simbólicos", que afectam "tradições e convenções" espanholas.
Também a Igreja Católica, transmitiu , na sexta-feira , ao primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, recebido no Vaticano pelo Papa Bento XVI, as suas reticências em relação à nova lei. Ainda assim, o catolicismo continuará a gozar de alguns privilégios a que outras religiões não têm acesso, como por exemplo o ser a única religião em Espanha à qual os contribuintes podem doar 0,7% do seu IRFP, o imposto equivalente ao IRS português.
Por decidir ficou a questão do uso de símbolos religiosos por cidadãos que não representam o Estado em espaços públicos . A comissão que preside à redacção do anteprojecto de lei ainda não sabe se vai proibir o uso de, por exemplo, peças de vestuário como o véu islâmico. Esta é uma questão que gerou recentemente polémica em Espanha, quando uma aluna de origem muçulmana foi obrigada a mudar de colégio por querer usar véu, desrespeitando o regulamento interno da escola, que proíbe todos os alunos de cobrirem a cabeça com gorro ou lenços.
Fonte: Diário de Notícias
terça-feira, 11 de maio de 2010
Come o Papa, meninos come o Papa!
http://www.youtube.com/watch?v=D1aumtHdZYw
Peço desculpa, mas o vídeo não dá aqui carreguem no link e aproveitem...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Visita do Papa a Fátima irá custar meio milhão de euros à autarquia
Nazareno do Carmo, vereador da câmara de Ourém com o pelouro de Fátima, adiantou à Lusa que no final da última reunião de trabalho da preparação da peregrinação de Bento XVI, que reuniu 24 entidades em Fátima, os investimentos em curso situavam-se “na ordem dos 500 mil euros”.
Além da limpeza e arranjo de ruas e zonas verdes, a verba terá ainda que cobrir as despesas com o aluguer de grades de protecção para ordenação do tráfego rodoviário - cerca de 4000, metade das quais emprestadas - ou de 58 casas de banho portáteis.
“Há investimentos que estamos a fazer que não temos a certeza se iremos ter, digamos, um orçamento extra para os cobrir”, reconheceu o vereador, revelando-se, no entanto, esperançado de que a presença esta semana no concelho do secretário de Estado da Administração Local possa “trazer algumas boas notícias e algum dinheirinho extra”.
Apesar dos problemas de ordem financeira, Nazareno do Carmo salientou que se trata de uma “situação de excepção” e reiterou a disponibilidade da câmara em que “tudo corra bem e que saiam dignificados o nome, quer do país, quer da cidade de Fátima e do município de Ourém”. “Fátima, neste momento, mas não só, nos períodos de picos mais altos, é o espelho deste país para muita gente que nos visita de todo o mundo”, declarou, acrescentando que nesse sentido a cidade tem obrigação de se apresentar nas “melhores condições”.
O vereador adiantou que, no início do mandato, um levantamento sobre as necessidades da cidade-santuário apontou para a necessidade de investimentos na ordem dos 30 milhões de euros. “Os custos estão determinados mas as limitações são muitas”, comentou, garantindo que está tudo a postos para receber o papa.
Nazareno do Carmo considerou que o número de peregrinos pode ser inferior ao de outras visitas papais, devido ao facto de o percurso de Bento XVI também integrar as cidades de Lisboa e Porto. “Penso que virá menos gente do que aquilo que se fala”, comentou, salientando a este propósito a presença do Chefe de Estado do Vaticano no Porto, sendo que “o norte é o grande mercado de Fátima”.
Sobre os meios envolvidos, o autarca lembrou que “o nível de risco em grandes concentrações é muito mais complicado e muito mais arriscado do que há 10 ou 15 anos”, frisando que “nessa perspectiva” tudo está a ser programado “para que não haja surpresas”. “Hoje tudo o que se faz tem de ser feito com mais segurança”, concluiu.
Fonte: Público
terça-feira, 20 de abril de 2010
Carta ao presidente da Conferência Episcopal Portuguesa
A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) assiste na comunicação social à pressão que os bispos portugueses exercem sobre o Governo para que seja concedida tolerância de ponto nos dias previstos da visita de Bento XVI a Portugal, no próximo mês de Maio.
A AAP nada tem contra a visita de dignitários religiosos, sejam de que religião forem, mas não pode aceitar que o carácter laico do Estado português seja posto em causa e, muito menos, que sejam exercidas pressões indevidas sobre os órgãos da soberania.
Acresce que se adensam as suspeitas de encobrimento de crimes de pedofilia por parte do actual pontífice, de ter protegido padres sob investigação e outros cuja condenação transitou em julgado, em várias nações. A própria tentativa judicial de incriminar Bento XVI, por cumplicidade, está a ser estudada por juristas de diversos países.
Os factos, pouco abonatórios para a reputação do pontífice, desaconselhariam a vinda, até cabal esclarecimento do seu comprometimento, para não constranger as entidades que o protocolo obriga a recebê-lo. Dadas as dificuldades financeiras por que o País passa devia também este facto merecer do Vaticano ponderação suficiente para não as agravar.
A Associação Ateísta Portuguesa, certa de que não serão muitos os portugueses que se regozijam com a visita prosélita de Bento XVI e que serão ainda menos os que aceitam os custos que a pompa e a circunstância acarretam, pede a V. Ex.ª que a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), através do Núncio Apostólico, solicite o adiamento sine die da viagem prevista, não faltando razões substantivas que o justifiquem.
Desejando que o bom senso impere, a AAP espera que a visita inoportuna não seja um factor de perturbação política e o pretexto para branquear as responsabilidades pessoais deste Papa e o comportamento do Vaticano durante os três últimos pontificados.
Confiando que a CEP possa demover a obstinada intenção de Bento XVI de visitar Portugal, durante o vendaval de escândalos que o compromete,
Apresenta a V. Ex.ª os seus cumprimentos.
Associação Ateísta Portuguesa
http://www.aateistaportuguesa.org/
Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus
1.ª parte: "Para nós, ateus, a morte é um sono sem sonhos e nós continuamos com um mau perder em relação a isso. Não é fácil. E por isso, onde é que eu vou buscar conforto? À Bíblia (não sei se já ouviram falar). Especialmente a um dos meu livros favoritos, que é o do Eclesiastes."
Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (1) from Pastoral da Cultura on Vimeo.
2.ª parte: "[No livro do Eclesiastes] o tempo e o acaso acontecem a todos por igual. Era uma óptima pessoa – morreu. Era uma péssima pessoa – morreu também. (...) Eu juntei uma enorme fortuna – morri. Eu adquiri imenso conhecimento – morri a seguir. Eu fui muito bom para o meu semelhante – morri. Fui péssimo para o meu semelhante – morri também.” (...) “O trabalho de humorista é fazer as pessoas rirem-se do facto de, por mais maquilhagem que ponham na cara, é àquele estado que vão chegar.”
Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (2) from Pastoral da Cultura on Vimeo.
3.ª parte e última parte: "O momento em que se perde o filho é o único, acho eu, do qual o riso está completamente ausente. Penso muitas vezes na questão de fazer rir as pessoas que perdem um filho."
Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus (3) from Pastoral da Cultura on Vimeo.
fonte: http://www.snpcultura.org/pcm_ricardo_araujo_pereira.html
terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
[Espanha] “Nem deus nem amos!”
Saúde Companheiros/as!
Chamo-me Julio Reyero e durante alguns anos tenho dado palestras sobre a religião em geral e a Igreja Católica em particular para grupos anarquistas e sindicatos da CNT. Em 27 de junho do ano passado, o Sindicato de Toledo e o grupo anarquista Pétalo contataram comigo para fazer uma conferência intitulada: "Fundamentos, atitudes e comportamentos de uma organização criminosa: a Igreja Católica".
Na véspera da palestra existiu uma certa agitação porque o jornal local "El Dia" pôs a notícia em destaque com opiniões de página inteira sobre o assunto envolvendo opiniões ameaçadoras de partidos políticos e sindicatos do sistema.
Depois de comentar o fato e colocar-me à sua disposição, os companheiros entenderam espontaneamente e em uníssono que calarmo-nos seria o princípio do fim, e continuou-se com o evento programado.
No dia da conversa o jornal voltou a fazer barulho dizendo que era quase um crime o ato programado (em declarações de políticos em funções chamados para a ocasião), enquanto o arcebispo ameaçava com uma ação legal, mas não se pronunciava.
À hora anunciada apareceram dois jornalistas, do mesmo jornal, dizendo com arrogância que vinham para gravar o evento e tirar fotos. Foram informados que se quisessem podiam ficar e ouvir, mas que não tinham permissão para tirar nenhuma foto de mim e, claro, para gravá-lo para posterior envio a criminosos para me agredirem. Recordava-me perfeitamente do engenho explosivo colocado no camarim de Leo Bassi, durante a apresentação da sua peça "A Revelação", da ameaça de bomba na livraria "Margen" de Valladolid, durante a apresentação de um livro contra a Igreja, de Fernando de Orbaneja ou a surra que recebeu, no Círculo de Belas Artes, o autor do livro ‘Cago em Deus’" às mãos do neto de Blas Pinar e outro fascista. Assim, após 5 minutos de exposição abandonaram o auditório, para retornar, no dia seguinte, a falar de nós no seu lixo de jornal reacionário dizendo que "a CNT veta o "El Dia" para gravar e tirar fotos".
O ato correu muito bem, teve bastante assistência, creio que os companheiros ficaram satisfeitos, após uma conversa agradável, despedimo-nos com gosto. Mas, passado pouco mais de um ano, a polícia aparece na sede do Sindicato em Madri, com uma intimação para mim. Nela, "convidam-me" (se recuso a oferta emitem ordem de prisão) para me apresentar em 16 de Novembro nos tribunais de Madri para levar o meu depoimento em relação a uma ação procedente do arcebispado de Toledo, em que me acusa de "um crime de incitamento de discriminação" (subentende-se dos católicos), "em conjunto com um delito de escárnio dos sentimentos religiosos", aparentemente ambos estabelecidos nos termos dos artigos 510,1 e 525 do Código Penal vigente. Por fim, pedem-me 30.000 € (porque você sabe que esta gente não sabe trabalhar, mas pedir...).
Contatei com o SP do Comitê Nacional da CNT, onde me garantiram a assistência judiciária de que dispõem. Além disso, após lerem o documento da ação, me disseram que não vêem nada que impeça que não saiamos airosamente da situação. De momento trata-se só de mim, mas há que estar consciente de que, no mesmo documento, se pede ao juiz de instrução o número de telefone e apartado do correio, dos nossos companheiros de Toledo, para dirigir a acusação também contra eles, como "CNT-FAI".
O problema que enfrentamos, mesmo que saiamos vencedores, é começar a preparar um fundo para o advogado. Como me informaram poderá chegar até cerca de 1.200 euros, que haveria de tentar obter até ao dia da declaração, embora creia que vamos conseguir (eu tenho recebido ofertas de solidariedade e a minha situação pessoal não é ruim).
A partir destes acontecimentos a reflexão leva-me a cuidar das formas (e não do fundo) para evitar tais problemas, embora perceba que todos nós entendemos que de modo algum podemos aceitar o silêncio como conseqüência da ameaça de Estado policial ou judicial. Se alguma coisa nos resta é a palavra, por mais que doa à peste sacerdotal, terrível inimigo da liberdade que buscamos.
Recebam um forte abraço libertário!
Nem deus nem amos!
Julio Reyero
Tradução > Liberdade à Solta
Fonte: indymedia
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Ratzinger protegeu padre abusador


Padre que abusou de mais de 200 rapazes nos EUA foi submetido a julgamento canónico secreto, mas o processo foi suspenso quando o padre se disse arrependido.
As autoridades do Vaticano - incluindo o cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI - não tomaram medidas contra um padre que abusou de mais de 200 rapazes nos EUA, afirma o The New York Times. Bispos norte-americanos advertiram repetidas vezes que a ausência de medidas poderia vir a tornar-se num embaraço para a Santa Sé, mas foram ignora
dos.
O jornal cita correspondência directa trocada entre os bispos de Wisconsin e o cardeal Joseph Ratzinger que prova que a preocupação central do clero não foi pensar na demissão do padre, mas sim proteger a Igreja do escândalo.
O caso de Wisconsin envolve o padre Lawrence C. Murphy, que trabalhou numa escola para crianças surdas entre 1950 e 1974. Mas, diz o NYT, este é apenas um de milhares de casos denunciados por bispos americanos à Congregação da Doutrina da Fé, dirigida por Ratzinger de 1981 a 2005.
Em 1996, Ratzinger não respondeu a duas cartas do bispo Rembert G. Weakland. Mas oito meses depois, o bispo recebeu instruções do cardeal Tarcisio Bertone, o segundo mais importante prelado da Congregação, para que fosse instaurado um julgamento canónico secreto que poderia decidir a demissão do padre Murphy.
Mas o próprio cardeal Tarcisio Bertone deteve posteriormente o processo, depois de Murphy ter escrito pessoalmente a Ratzinger, afirmando que se tinha arrependido e que estava mal de saúde.
O NYT obteve os documentos, agora divulgados, dos advogados de cinco homens que processaram a arquidiocese de Milwaukee. O Vaticano fez os possíveis por mantê-los secretos.
A notícia surge um dia depois de Bento XVI ter aceite a demissão do bispo irlandês John Magee, secretário de três papas e acusado de encobrir casos de abusos na diocese de Cloyne.
Os escândalos têm vindo a multiplicar-se. Recentemente, o Papa enviou saudações aos irlandeses e lamentou décadas de abusos no país.
Mas, na sua Alemanha natal, mais de 300 antigos estudantes de escolas católicas e grupos corais alemães apresentaram queixas de abusos. O Governo de Berlim anunciou que vai formar um comité de 40 especialistas para investigar o caso.
sexta-feira, 5 de março de 2010
AMÉN!!
Ghinedu Ehiem, nigeriano membro do coro de elite da Basílica de S. Pedro, e o engenheiro italiano Angelo Balducci, membro dos "Cavaleiros de Sua Santidade", foram identificados por magistrados italianos como membros de "uma rede organizada (...) de amparo à prostituição masculina". De acordo com notícia do diário La Repubblica baseada na investigação policial, ambos os acusados e mais três detidos participaram num esquema que envolvia a troca de favores sexuais por licitações das obras do complexo de La Maddalena, que em Junho passado abrigou a reunião do G-8 na Sardenha. Segundo as gravações divulgadas pelo jornal, Ehiem encaminhou homens para Balducci, entre os quais seminaristas.
Ghinedu Ehiem e Balducci foram afastados das funções no Vaticano devido ao escândalo, inicialmente conhecido através do ao processo de corrupção na construção civil. O primeiro foi identificado como colaborador do Papa Bento XVI e membro do coro da Capela Giulia da Basílica de S. Pedro.
O engenheiro Balducci, como membro dos Cavaleiros de Sua Santidade", era chamado a trabalhar no Palácio Apostólico do Vaticano em ocasiões especiais, sobretudo visitas de chefes de Estado. É consultor de construções do Vaticano e membro da direcção do Departamento de Obras Públicas de Itália. Está preso desde 10 de Fevereiro por causa do processo de corrupção na licitação das obras de La Maddalena e que conduziu à descoberta da rede de prostituição masculina.
Os documentos publicados pelo jornal italiano revelam que Ehiem esteve em contacto regular com Balducci antes da prisão deste.
Fonte:www.esquerda.net
A máscara da igreja vai caindo ano após ano, cabe às pessoas não seguir em rebanho atrás destes lideres sagrados, porque eles são tão sagrados como qualquer um de nós. Vamos ter fé sim, mas nas pessoas nós é que mudamos e construímos o mundo. Não é por rezares mais que vais ter um melhor emprego, nem é por comeres hóstias que te vais curar de uma doença. Pensa pela tua cabeça e não participes nestes teatros de manipulação social. A igreja é a maior mentira da história da humanidade, não tiro o mérito de todos os que em nome da igreja fazem trabalho social, mas esse mesmo trabalho também é feito em centenas de associações de carácter social, não é necessário associá-lo a nenhuma igreja ou religião. Está na altura do povo português começar a acordar desta anestesia religiosa, e começar a pensar por si mesmo e não consumir tudo o que foi pensado por outros.
ANTIFA SEMPRE!
sábado, 30 de janeiro de 2010
Católicos organizam manifestação contra casamento gay
«Acreditamos que esta acção pode mudar o rumo das coisas, porque são pessoas concretas, famílias inteiras, e jovens indignados, que vão até ao fim das suas forças para mostrar que esta lei proposta pelo Governo está errada, foi escondida a todos, e nunca se falou das suas verdadeiras consequências», explicou ao Diário de Notícias Sofia Guedes, da organização da acção.
O trajecto da manifestação já está definido: descida da Avenida da Liberdade, em Lisboa e concentração na Praça dos Restauradores.
Apesar de Sofia Guedes sublinhar que a acção é promovida por «cidadãos comuns», a Igreja Católica já manifestou o seu apoio à iniciativa.
«A Igreja alegra-se com qualquer iniciativa que defenda os valores da família e do casamento, e que ultrapassam as fronteiras da Igreja. Os católicos devem participar porque, assim, estarão a defender esses princípios que são fundamentais para a Igreja», disse ao mesmo jornal o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Manuel Morujão.
Ainda assim, não é certo que a manifestação conte com a presença de algum membro da hierarquia eclesiástica.
Fonte:www.abola.pt
Mais uma vez os católicos saem à rua para confirmar a sua ignorância, e falta de abertura a tudo o que seja diferente deles próprios.
ANTIFA pela liberdade de escolha!